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É comum no mercado automotivo nos depararmos com pessoas que, por se acharem mais espertas que as outras, ou por pura má fé mesmo, tentam de todos os meios ludibriar e até mesmo enganar outras pessoas, na mais brasileira das ambições de sair ganhando no negócio.
Negócio justo é um termo que não existe no vocabulário destas pessoas, cujo único objetivo é simplesmente sair na vantagem, não se importando que a outra parte se prejudique. Aliás, pra essa gente, quanto mais a outra parte se prejudicar melhor.
A Coluna Mercado Automotivo, no alto de sua experiência e em sua posição de não concordar com estas práticas, disponibiliza agora algumas táticas para tentar minimizar estas práticas, fazendo nossa parte na busca de um mercado DECENTE E JUSTO:
* O mais comum é receber ofertas demasiadamente baixas pelo veículo à venda. Deixe bem claro em seu anúncio de que não aceita "marreteiros", revendedores, ofertas muito baixas, gente de má-fé ou que se achem espertas demais, principalmente se você estiver anunciando veículos populares (de grande procura), como Mille, Palio, Gol, Corolla, Civic, S10 e Hilux. Se mesmo assim a oferta chegar, sendo por mensagem, você pode se dar ao luxo de sequer respondê-las, e não se preocupe, pois pessoas assim estão somente procurando alguém pra "passar a perna", e jamais pagarão um preço justo em seu veículo. Se a oferta indecorosa for por telefone, diga que já está pedindo o que o veículo vale, ou se mesmo assim você se dispuser a dar desconto, diga de imediato seu preço e deixe bem claro que não vende por menos que isso, e que qualquer coisa, caso a outra pessoa se decida, poderá ligar novamente;
* Evite pegar veículos populares na troca (mais uma vez afirmando que os tratamos como populares devido a procura, portanto, além do Mille, Palio e Gol, Corola, Civic, Hilux e S10 também se enquadram como populares). Quem tem estes veículos, em geral, na hora de se desfazer, pedem uma fortuna, mais ainda quando envolve troca, ou seja, a diferença proposta nunca corresponde à realidade.
* Quando alguém começar a falar demais, tentando utilizar-se da famigerada "tática do especialista" (quando se explanam diversas informações na tentativa de diminuir o conhecimento da outra parte), use o "derrubador" "um-rum". Se não conhece sobre o assunto, evite argumentar, apenas pergunte se a pessoa trabalha com o que ela fala sobre, e dê a ela a entender de que ela não lhe convenceu profundamente. Por mais que você não entenda bulhufas do que a outra parte falou, se precisar mesmo diga que você só confia no laudo de seu mecânico ou alguém de sua confiança. Se a outra parte se demonstrar chateada, utilize-se do argumento de que você não a conhece.
* Procure negociar preço apenas pessoalmente. Quem já lhe procura apelando de imediato por menor preço só tem essa intenção, de pagar o que não vale pelo que você tem. Mande este tipo de gente "pra frente". Gente sem futuro: o erro do esperto é achar que todo mundo é otário.
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| Imagem meramente ilustrativa |
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